Funcionar x Estar em Ordem: um dilema na gestão em saúde Nem sempre o que está funcionando está em ordem…

O setor de saúde apresenta uma alta complexidade por lidar com processos críticos, que envolvem o acolhimento de pacientes, atendimento ambulatorial ou hospitalar, execução de procedimentos, fornecimento de medicamentos, reabilitação, entre outros.

Acrescenta-se a esses fatores o fato de que, atualmente, o cliente de saúde é munido de informações por diferentes meios, tornando-se cada vez mais exigentes quanto à qualidade dos serviços.

Assim, torna-se fundamental a busca por uma gestão excelente, englobando organizações públicas e privadas, assim como aquelas que desenvolvem processos de ensino e pesquisa, além dos processos assistenciais, por meio de um modelo que garanta um melhor uso dos recursos para maximizar o valor gerado para a sociedade.

Provavelmente, na sua instituição de saúde, as coisas funcionam. Talvez não da maneira mais adequada, mas se ela está de portas abertas é porque está funcionando. E, não há nada de errado em querer que algo funcione. Cabe aqui aquele lema que diz que “é melhor feito do que perfeito”. Muitos gestores, profissionais de saúde e, inclusive, usuários dos serviços querem as coisas funcionando. Às vezes, a qualquer custo. E aí que está o ponto que gostaria de destacar.

Quando não há preocupação ou dedicação em se planejar e executar as ações e serviços em saúde com qualidade e segurança, as organizações ficam sujeitas a gastar grande parte de seus recursos (financeiros e humanos) em resolver problemas. Dessa forma, elas tornam-se peritas em fazer expedientes para fazer as coisas “darem certo”, apesar dos contextos.

É preciso levar em consideração que é possível “fazer certo desde o começo”. E é isso que chamamos de “estar em ordem”, e não apenas “funcionando”. Não quer dizer que, com o passar do tempo, não podemos aperfeiçoar os processos de trabalho e fazer cada vez melhor – isso também é ótimo e desejável!

Cabe ressaltar que o que está em ordem também funciona, porém funciona melhor, de forma mais ágil, com menos desperdício e riscos, entregando mais resultado e com maior impacto.

O resultado a qualquer custo pode gerar prejuízo. A busca deve ser pelo resultado sustentável, que coloca as organizações de saúde no fluxo de crescimento e melhoria contínua.

Quando algo está em ordem, as pessoas encontram-se mais engajadas e sentem-se corresponsáveis pelas entregas. Nesse sentido, não há “heróis” isolados. O mérito é sempre de equipes, e a organização se fortalece cada vez mais.

Os problemas não desaparecem como em um passe de mágica. No entanto, eles são detectados precocemente, ou até mesmo antes que surjam. O que se vê nesses momentos é a constituição de “forças-tarefas”, com “soldados” se desdobrando para fazer uma entrega perspicaz e em tempo mínimo.

Ou seja, dizer que uma organização de saúde “está em ordem” implica visualizar que ela busca realizar as ações a partir de um planejamento consciente e meticuloso, mitigando riscos e avaliando impactos reais (e não abstratos!), com vistas a uma oferta de resultados conforme o proposto, ou até melhor.

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