CRER realiza qualificação e defesa de pesquisas da Residência Multiprofissional

O Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo, uma unidade da SES-SO, realizou, nos dias 11 e 17 de dezembro, a qualificação e a defesa dos Trabalhos de Conclusão de Residência (TCRs) da equipe multiprofissional. Ao todo, 18 profissionais das áreas de enfermagem, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia e fisioterapia alçaram uma nova etapa de suas carreiras.

Foram manhãs de trabalho altamente produtivas para o Programa de Residência Multiprofissional em Saúde Funcional e Reabilitação. Essas ocasiões de avaliação sempre demonstram o viés formativo que o CRER dedica a estes profissionais, pois, a partir da crítica de pesquisadores renomados e de vasta experiência, promover-se-ia o aprimoramento das pesquisas. Tanto a defesa quanto a qualificação dos trabalhos ocorreram por meio de uma banca de defesa pública, composta por pesquisadores da unidade de saúde e de convidados.

Quando residentes, estes profissionais são conhecidos como R1 e R2, o que corresponderia ao seu primeiro ou segundo ano de residência. A supervisora de Ensino e Pesquisa do CRER, Fernanda Miranda de Oliveira, recobra o ânimo destes jovens pesquisadores e ressalta a importância da avaliação criteriosa dos pares para a garantia do rigor na pesquisa e uma formação de alta qualidade: “Por mais árduo e solitário que possa ter sido o percurso até chegar aqui, na banca avaliadora, é  neste momento que seu trabalho será lido e julgado por especialistas da área”, alega Fernanda.

“A qualificação envolve o pré-projeto de pesquisa – e não o trabalho já feito. Assim, ela é de extrema importância para que o(a) residente(a) possa colher comentários, críticas e sugestões da banca, de forma a melhorar o projeto. Já para os(as) R2, a banca de defesa é um dos momentos de maior expectativa. Afinal, é a etapa em que o(a) profissional R2 deve defender seu trabalho da especialização, isto é, suas ideias e posições perante outros(as) profissionais residentes e aos demais colaboradores(as) da instituição, visando apresentar resultados da sua pesquisa”, explica a supervisora.

O olhar crítico da pesquisa

No CRER, a prática assistencial é baseada em evidências, e os resultados podem ser conferidos na qualidade dos trabalhos apresentados.

É o caso da residente da fonoaudiologia, Jhennifer Lopes de Lima, que defendeu o trabalho: ‘O Uso Cotidiano da Linguagem Oral em Crianças Usuárias de Implante Coclear’. Sob orientação dos fonoaudiólogos mestres, Karlos Thiago Pinheiro Santos e Isabella Maria Gonçalves Mendes, a pesquisa é resultado de seu trabalho na Clínica de Deficiência Auditiva, com crianças de 0 a 5 anos.

“No decorrer da pesquisa foi perceptível que a habilitação da linguagem e audição das crianças usuárias de implante coclear se faz com atuação conjunta entre família, criança e equipe terapêutica, tendo a família como principal agente estimulador. O estudo possibilitou uma melhor compreensão dos resultados e prognósticos vistos em clínica diariamente, favorecendo uma melhor instrução e capacitação dos familiares e cuidadores destas crianças por parte de toda equipe terapêutica que acompanha a criança usuária de implante coclear”, explicou a residente.

A atenção direcionada de modo crítico na prática assistencial interpelou todas as pesquisas apresentadas, como foi possível observar na pesquisa em fase de qualificação: ‘Tecnologia Assistiva para Auxílio no Cateterismo Vesical Intermitente Limpo de Pessoas com Lesão Medular’, realizada pelo residente em terapia ocupacional, Luís Henrique Cardoso de Oliveira, sob orientação das enfermeiras mestras, Fernanda Miranda de Oliveira e Vittória Braz de Oliveira Alves.

O nome parece complicado, mas trata-se de um aparato relativamente simples e que pode ser de grande valia para o autoconhecimento das pessoas que sofrem este tipo de lesão. Funciona como um dispositivo que facilitará às pessoas que sofrem as consequências da lesão medular olhar para si, com um espelho, disposto entre as pernas.

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