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HDS testa reação ao caos e mobiliza equipes em simulação de desastre


12 de março de 2026



O exercício simulou a queda total dos sistemas e colocou profissionais diante de um cenário crítico para testar protocolos e garantir a continuidade do atendimento

A rotina do Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta (HDS) ganhou um ritmo diferente durante a realização de um simulado de desastre que mobilizou diferentes setores da unidade. A atividade foi planejada para avaliar, na prática, como as equipes reagem diante de uma situação crítica que compromete o funcionamento dos sistemas institucionais e exige respostas rápidas para manter o atendimento aos pacientes.

Durante o treinamento, foi simulada a falha completa dos sistemas utilizados pela unidade, uma situação que levou as equipes assistenciais a recorrerem imediatamente aos protocolos de contingência já previstos no Plano Institucional. Na prática, o desafio era manter o atendimento funcionando mesmo sem o suporte tecnológico que sustenta grande parte da rotina hospitalar.

Profissionais do Ambulatório Médico, da equipe Multiprofissional, do Ambulatório de Feridas Crônicas, do Núcleo Interno de Regulação e da Unidade de Cuidados Paliativos participaram da ação. Cada setor precisou reorganizar processos e adaptar fluxos para garantir que nenhum paciente fosse prejudicado diante da indisponibilidade digital.

A supervisora de Acolhimento, Naiani Carla, explica que a experiência permitiu transformar teoria em prática. Segundo ela, o exercício possibilitou que a equipe percorresse todas as etapas previstas no plano de contingência, desde os registros manuais até a reorganização das informações essenciais para o funcionamento do atendimento. Para a profissional, a atividade também reforçou a importância da comunicação entre setores e da padronização dos processos, fatores que tornam as respostas mais rápidas e seguras quando situações reais acontecem.

A realização do simulado faz parte das estratégias adotadas pela instituição para fortalecer seu Plano de Contingência. O documento orienta como cada equipe deve agir em cenários adversos e busca garantir que o atendimento aos pacientes continue mesmo em situações de instabilidade ou interrupção de sistemas.

Além de testar protocolos, o exercício também contribui para melhorar o tempo de resposta da unidade e reduzir riscos que possam comprometer a segurança do paciente.

O exercício reforçou a importância das equipes estarem preparadas para situações que fogem da rotina. Em ambientes hospitalares, onde cada minuto pode impactar diretamente o cuidado com o paciente, a preparação antecipada se torna uma ferramenta essencial para garantir continuidade no atendimento mesmo diante de falhas inesperadas”, pontuou o coordenador de TI, Murilo Alves.