HDS aprimora processos e aumenta segurança com etiquetas digitais
Implantação de etiquetas digitais substitui identificação manual e reduz riscos na administração de soros, aumentando a segurança de pacientes internados
O Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Colônia Santa Marta (HDS), uma unidade de saúde da SES-GO, passou por uma mudança importante com a implantação de uma nova tecnologia voltada à identificação de soros utilizados por pacientes internados. A iniciativa ampliou a segurança no processo e reduziu riscos associados à identificação manual das informações.
A nova tecnologia garante maior precisão na identificação das informações, fortalece os protocolos assistenciais e contribui para a melhoria contínua dos serviços prestados aos pacientes internados. A rotina assistencial do HDS passou por uma mudança importante com a adoção da solução digital, que padroniza a identificação dos soros e elimina falhas relacionadas à legibilidade das informações.
“Antes, com o processo manual, às vezes o profissional visualizava o nome escrito à caneta e ficava em dúvida e precisava fazer as verificações. Agora, com esse processo digital, não temos mais esse tipo de dúvida e houve otimização do nosso tempo”, explica Aira Benício da Silva, técnica de enfermagem da Unidade de Cuidados Prolongados.
Com a implantação do sistema, a impressão das etiquetas passou a ser feita diretamente a partir da prescrição médica no prontuário eletrônico do paciente. O profissional acessa o sistema, seleciona o número da prescrição e envia as informações para que a identificação do soro seja gerada automaticamente.
Segundo a supervisora de enfermagem Erilane Soares, o processo também incorporou o uso de etiquetas coloridas como estratégia de segurança. “Utilizamos cores diferentes para identificar os tipos de medicação, o que facilita o reconhecimento pela equipe e reforça a atenção durante o preparo e a administração. A etiqueta verde indica antibiótico, a amarela é usada para medicamento controlado, como os psicotrópicos, que atuam no sistema nervoso central e podem alterar o humor, o comportamento ou a consciência, por isso exigem controle rigoroso, e a vermelha sinaliza medicamentos que exigem maior vigilância. Isso tem fortalecido a rastreabilidade e a segurança em todo o processo”, afirma.
As informações passaram a ser padronizadas e impressas de forma clara, o que facilita a leitura tanto para a equipe quanto para o próprio paciente, que consegue identificar seus dados com mais confiança.
A adoção da tecnologia fortalece práticas voltadas à segurança do paciente, um dos pilares da assistência em saúde. A identificação correta é uma etapa fundamental para evitar erros e garantir que cada paciente receba o cuidado adequado. No HDS, a mudança representa mais um avanço na qualificação dos serviços e na busca por um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e humanizado.
