Rede Teia Agir contribui para o debate sobre inclusão no TEA na prática hospitalar no Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia
Nesta terça-feira, 14 de abril, lideranças da Rede Teia Agir participaram da mesa redonda “Transtorno do Espectro Autista (TEA)”, realizada no auditório do Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), em Goiânia. O encontro integrou a programação institucional de conscientização promovida pelo Hecad, que neste ano destacou a importância da inclusão de pessoas com TEA, tema que tradicionalmente é abordado pela unidade nos meses de abril.
Representando a Rede Teia Agir, estiveram presentes a diretora-geral Danielle Jaques, a diretora técnica Nise Portela e a coordenadora técnica Goiás Janinne Cristina. As profissionais contribuíram com reflexões baseadas na prática assistencial da Rede, reforçando a importância de um cuidado integral, humanizado e centrado nas singularidades de cada criança e adolescente.
A mesa também contou com a participação de especialistas do Hecad e de outras instituições, como a neuropsicóloga Luciana de Fátima Carneiro Gomes, a assistente social Gláucia Celestino e a supervisora da psicossocial Ana Maria Faustino, sob mediação de Dhandra Kastellane.
Durante o encontro, foram discutidos aspectos fundamentais relacionados ao cuidado de pessoas com TEA no contexto hospitalar, incluindo acolhimento, comunicação com as famílias, práticas inclusivas e o fortalecimento da atuação multiprofissional.
Para Ana Maria Faustino, ampliar esse debate é essencial para qualificar o cuidado:
“A intenção de falar do TEA na prática hospitalar é extremamente necessária, porque ainda precisamos reforçar essas conscientizações. Precisamos ampliar a nossa comunicação, nossa escuta efetiva e ativa, ampliar nosso olhar para a singularidade e colocar em prática a equidade, e essas ações contribuem muito.”
A participação da Rede Teia Agir reforça seu compromisso com a integração entre serviços, a qualificação contínua das equipes e a construção de práticas cada vez mais inclusivas. Iniciativas como essa fortalecem o diálogo entre instituições e contribuem para uma assistência mais sensível, equitativa e alinhada às necessidades reais das pessoas com TEA e suas famílias.
