Símbolo Acessibilidade

Acessibilidade

  Menu   Conteúdo   Busca   Mapa de site   Atalhos do teclado
  Fonte Maior   Fonte Menor   Fonte Padrão
  Contraste

Notícias

Rede Teia Agir


Crianças autistas participam de atividade terapêutica com cães policiais no Caic TEA José Contente


14 de maio de 2026
Créditos: Lia Cardoso
Fotos: Lia Cardoso



Crianças autistas atendidas no Centro de Atenção Integral à Criança (Caic TEA) José Contente, zona leste de Manaus, participaram nesta semana de um momento especial de interação com cães terapeutas da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). A presença dos animais despertou curiosidade, sorrisos e momentos de afeto, contribuindo para a comunicação e a interação social das crianças.

Os cães Jaca, Caju e a cadela Dori, das raças Pinscher, Border Collie e Shih-Tzu, foram os responsáveis por levar alegria e diversão aos pacientes. Eles fazem parte do projeto de Terapia Assistida por Cães da PMAM.

“Momentos como esse reforçam a importância de estratégias lúdicas e sensoriais no acompanhamento dos nossos pacientes, promovendo o bem-estar, o estímulo ao desenvolvimento e experiências positivas durante as sessões terapêuticas”, ressaltou a supervisora assistencial do Caic TEA José Contente, Amanda Ramalho.

Segundo a médica veterinária da PMAM, sargento Bruna Santos, uma das responsáveis pelo projeto, a PM já realiza as atividades em diferentes espaços no Amazonas, como hospitais, clínicas e instituições de acolhimento, levando conforto, estímulo terapêutico e momentos de alegria.

“Assim que o Jaca entrou em uma das salas do Caic TEA, uma criança que é não verbal começou a se comunicar e demonstrar sentimentos. Essa interação já é uma grande recompensa para nós que levamos esse projeto com tanto amor. Ver o cuidado e o carinho que nossos cães proporcionam às crianças é muito gratificante”, afirmou.

A dona de casa Gilciane dos Santos, de 45 anos, relatou que a atividade incentivou o afeto e o cuidado com os animais. Ela é mãe de Oséias Gabriel, de 7 anos, que iniciou as terapias na unidade há seis meses.

“Porque a criança aprende que o cãozinho é o melhor amigo do homem, então ele vê como um amigo. Quando ele sai na rua, já interage com os animais, dizendo desde um ‘oi’ até um ‘bom dia’. Então é muito importante esse contato”, contou.