Hecad promove atividade especial da campanha “O que importa para você?” e fortalece escuta ativa dos pacientes internados
Atividade da Semana da Experiência do Paciente convida crianças internadas a compartilharem o que é mais importante durante a hospitalização
Como parte da programação da Semana da Experiência do Paciente, o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad) realizou, na última sexta-feira (12), uma oficina pedagógica especial da campanha “O que importa para você?”, proporcionando um momento de escuta, acolhimento e expressão para as crianças internadas na unidade.
A ação, denominada “Árvore da Experiência dos Pacientes”, aconteceu com pacientes internados com o objetivo de escreverem, em cartões em formato de maçã, aquilo que consideram mais importante durante o período de internação. Os cartões foram fixados em uma árvore simbólica, representando os desejos, sentimentos e necessidades compartilhados pelas crianças.
Segundo a supervisora de Experiência do Paciente do Hecad, Camila Paiva, a iniciativa integra um conjunto de ações desenvolvidas ao longo da campanha e reforça o compromisso da instituição com um cuidado verdadeiramente centrado na pessoa. “Enquanto profissionais de saúde, muitas vezes estamos focados em protocolos, horários, exames e medicações, que são fundamentais para o tratamento. Porém, nem sempre essas são as prioridades do paciente naquele momento. A campanha ‘O que importa para você?’ nos convida a parar, ouvir e compreender aquilo que realmente faz diferença para cada criança durante sua jornada de cuidado”, destaca.
Para tornar esse momento ainda mais acolhedor e participativo, a atividade foi realizada de forma lúdica, permitindo que os pacientes expressassem desejos, lembranças, saudades e expectativas por meio das “maçãs” que compuseram a árvore. Entre os registros, estavam mensagens relacionadas à família, brincadeiras, sonhos e pequenas vontades que poderiam tornar o período de internação mais leve.
Após a oficina, as equipes do Hecad iniciaram uma força-tarefa para atender, sempre que possível, aos pedidos registrados pelas crianças que permanecem internadas. A proposta é transformar a escuta em ações concretas, promovendo experiências mais humanizadas e fortalecendo o vínculo entre pacientes e profissionais de saúde.
