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HEJ


Profissionais do Hospital Estadual de Jataí participam de treinamento sobre tratamento de feridas e coberturas


13 de março de 2026
Créditos: Jairo Coelho
Fotos: Michelle Santana



Com o objetivo de atualizar e fortalecer o conhecimento das equipes de enfermagem, profissionais das alas de internação e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Estadual de Jataí Dr. Serafim de Carvalho (HEJ) participaram, nos dias 5 e 6 de março, de um treinamento voltado para avaliação, classificação e escolha adequada de coberturas no tratamento de feridas.

A capacitação foi conduzida pela convidada, a enfermeira especialista em estomaterapia, Eduarda Palharini. Durante o encontro, foram abordados conceitos teóricos sobre os diferentes tipos de lesões, além de atualizações legais previstas em nova normativa do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A profissional também apresentou orientações sobre a indicação das coberturas disponíveis no HEJ e destacou boas práticas no manejo de feridas.

Segundo Eduarda Palharini, investir na qualificação das equipes de saúde é essencial para garantir uma assistência segura e baseada em evidências científicas. “O profissional atualizado consegue avaliar melhor a lesão, escolher a cobertura mais adequada e adotar condutas terapêuticas mais eficazes, o que favorece o processo de cicatrização. Isso impacta diretamente na redução de complicações, na prevenção de infecções, no uso mais racional dos recursos e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida do paciente”, afirmou.

Para a enfermeira do HEJ, Ana Laura de Souza Azevedo, a iniciativa também fortaleceu o trabalho da equipe assistencial. De acordo com ela, o treinamento contribuiu para o aprimoramento técnico dos profissionais, ampliando o raciocínio clínico na avaliação das feridas e tornando mais eficiente a tomada de decisão na escolha das coberturas. “A capacitação também favorece uma comunicação mais assertiva entre as equipes e proporciona maior segurança durante a realização dos curativos”, ressaltou. 

A necessidade da formação foi identificada a partir da análise da prática assistencial e das demandas do serviço, além da importância de padronizar condutas entre os profissionais envolvidos no cuidado aos pacientes.



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