Complexo Hospitalar Sul intensifica ações de combate ao mosquito transmissor da dengue
Ações preventivas são reforçadas durante o período chuvoso para proteger pacientes, colaboradores e acompanhantes
O Complexo Hospitalar Sul (CHS), gerenciado pela Agir Saúde, intensificou as ações de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, em razão do período de inverno amazônico, marcado pelo aumento das chuvas e maior risco epidemiológico em Manaus.
De acordo com a bióloga do CHS, Thayse Muniz, o controle rigoroso de vetores em ambiente hospitalar é uma medida essencial para garantir a segurança sanitária e a qualidade da assistência. “A presença de vetores representa risco direto de transmissão de doenças e impactos nas boas práticas de controle de infecção. Por isso, mantemos ações contínuas de prevenção, monitoramento sistemático e intervenções técnicas planejadas”, destaca.
Entre as estratégias adotadas pelo CHS estão a eliminação de possíveis criadouros, inspeções frequentes nas áreas internas e externas, além de ações educativas voltadas à conscientização de colaboradores e demais públicos que circulam na unidade. As medidas fazem parte de um trabalho permanente de vigilância ambiental, intensificado neste período chuvoso.
Conforme previsto no contrato de gestão, a termonebulização nas áreas externas é realizada mensalmente como medida preventiva. No atual cenário climático, o complexo ampliou o monitoramento e reforçou as ações de controle, fortalecendo a prevenção contra a proliferação do mosquito.
“As ações refletem o nosso propósito de cuidar de vidas. Proteger pacientes, acompanhantes e colaboradores contra riscos ambientais e biológicos também faz parte do cuidado em saúde”, reforça Thayse Muniz.
As iniciativas reafirmam o compromisso do Complexo Hospitalar Sul com a segurança, a saúde coletiva e a promoção de um ambiente hospitalar cada vez mais seguro para todos.

De acordo com a bióloga do CHS, Thayse Muniz, o controle rigoroso de vetores em ambiente hospitalar é uma medida essencial para garantir a segurança sanitária e a qualidade da assistência. “A presença de vetores representa risco direto de transmissão de doenças e impactos nas boas práticas de controle de infecção. Por isso, mantemos ações contínuas de prevenção, monitoramento sistemático e intervenções técnicas planejadas”, destaca.